É o que fazem os médicos que seguem os preceitos da antroposofia, filosofia criada no início do século passado pelo filósofo alemão Rudolf Steiner. Segundo ele, além das coisas que podemos ver e tocar, existe um mundo não físico que, apesar de oculto, tem grande influência sobre nossas vidas.
“A antroposofia é um caminho de conhecimento que deseja revelar o espiritual que alimenta e vivifica o material. Somente podem ser antroposóficos pessoas que sentem como uma necessidade de vida questionar sobre a essência humana e do universo, assim como se sente fome e sede”, escreveu Steiner em seu livro Máximas antroposóficas (Editora Antropofósica).
Esse sistema filosófico surgiu para tentar explicar o sentido da existência e, ao longo do tempo, também adquiriu uma série de aplicações práticas nas variadas áreas do conhecimento humano, com destaque para medicina, pedagogia, arquitetura, artes e agricultura. Não é de se estranhar que seja tão abrangente: seu princípio fundamental é a busca da conexão entre o homem, a natureza e o sagrado.
Dra. Tânia Helena Alvares é Nefrologista, Mestre em Clinica Médica disciplina de Transplante Renal e especialista em Medicina Antroposófica.
| Dra. Tânia Helena Alvares |
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Colaboração: Keila Miranda


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